“Tá servido?”

Comidas típicas são algumas das atrações do centro de fortaleza

Para quem frequenta o centro de Fortaleza, seja para resolver alguma coisa, seja para trabalhar, é quase impossível não fazer aquele “pit stop” para recarregar as energias. Opções não faltam. Pode-se comer desde o famoso “cai-duro”, até um prato requintado em um restaurante chique, experimentar algo novo de algum ambulante que acabou de chegar ou mesmo, saborear alguma guloseima que está lá há anos.

É o que acontece com Amélia Cunha, 56, que não perde a oportunidade de dar uma passada na pastelaria Leão do Sul, conhecida pela combinação pastel com garapa (caldo de cana). “Sempre que venho resolver alguma coisa no Centro, como o pastel. Na verdade, não como nenhum outro pastel em nenhum outro lugar”. Amélia conta também que freqüenta o local desde jovem, quando a mãe a levava para lanchar. Hoje, ela tenta manter a “tradição” levando as sobrinhas para a pastelaria que, com 85 anos de história, é referência quando assunto é comida no centro de Fortaleza.

Fachada da pastelaria Leão do Sul, Fortaleza-CE

Francisco de Assis Ferreira, ou simplesmente Seu Francisco, tem 56 anos e há 30 trabalha na Leão do Sul, segundo ele, com o passar do tempo, o movimento de clientes no estabelecimento só aumentou. Ele fala também que conhece pelo nome aqueles fregueses mais antigos ou assíduos, os chamados “clientes fiéis”, que caracterizam esse tipo de comércio popular.

Esse é o caso de Narcísio Oliveira, 48, que com frequência, delicia-se com o acarajé feito na barraca Acarajé da Iêda. “É muito gostoso. Como venho sempre ao Centro, estou sempre comendo. Dependendo da fome, como até dois”, confessa Narcísio, enquanto enfrenta uma fila para comprar a típica comida baiana, encontrada aos montes pela capital cearense.

O Acarajé da Iêda é um exemplo de outra característica marcante no comércio realizado no centro da cidade, o empreendedorismo familiar. “É daqui que eu tiro meu sustento. E gosto. Não troco o Centro por nada”, afirma Iêda Gonçalves que é, juntamente com o marido Francenildo, proprietária da barraca, uma herança de sua sogra. Os dois estão na Praça do Ferreira toda tarde a 23 anos vendendo seus apimentados quitutes, e contam com a ajuda de sua nora Nádia Martins, de 23 anos, para ajudar no preparo e na venda dos acarajés. É ela quem ensina os segredos desse famoso acarajé.

One response to ““Tá servido?””

  1. lidesealgomais says :

    Está faltando a assinatura da matéria. O texto está leve e prazeroso de ler, mas precisa de uma revisão ortográfica e gramatical apurada. A foto ñ deveria ter sido da fachada da pastelaria. Vc tem todo um movimento no Centro, de pessoas comendo na própria pastelaria ou em outros locais, com cenas mais interessantes do que uma foto de uma fachada estática. O vídeo com a montagem do acarajé ficou muito legal. Senti falta ainda de mostrar ou mencionar outros alimentos que podem ser encontrados em outros pontos do Centro, pq a impressão q se tem é q vcs ficaram restritos à Praça do Ferreira.

    Nota: 8,5

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