O comércio ambulante é uma das características do centro de Fortaleza

Barraquinha de milho divide espaço com lojas

 A multidão de gente que transita pelo centro diariamente precisou aprender a dividir o espaço de ruas e calçadas com as quitandas, barracas, carros de fruta ou mesmo suportes fixos que servem de expositores para uma série de mercadorias tão diversa quanto a forma encontrada por cada comerciante para anunciar seu produto. Nossa equipe conversou com alguns desses trabalhadores autônomos.

Ainda não são nem sete horas da manhã e o carrinho de frutas já está montado na esquina da rua Solon Pinheiro com Pedro I, próximo ao Parque das Crianças. A mercadoria é do seu Pedro Costa, 58 anos, que dá a entrevista entre o atendimento de um cliente e outro. “Eu acordo às quatro da manhã”, diz, “vou no mercado São Sebastião, compro as frutas e venho pra cá. Todo dia”. Seu Pedro trabalha com venda de frutas há mais ou menos seis anos, antes vendia flores, também no centro.

Um pouco mais à frente, Francisco da Silva, de 27 anos, começa a montar o seu espaço de trabalho. Ele vende, digamos… variedades. E revela que dependendo da época do ano a mercadoria exposta à venda vai variando “a gente tem que ir muito pelo gosto do freguês”, diz. Francisco comenta que trabalha como abulante há nove anos e que vale de tudo pra chamar a atenção do cliente.

Ultimamente, tem colocado música pra tocar numas caixinhas de som do mesmo modelo que ele também vende, “aproveito e ainda faço a propaganda”, conta sorrindo e terminando de arrumar os produtos no suporte de arame. São controles remotos universais, desses que prometem acesso a qualquer aparelho seja de que marca for; capas para telefone celular, chaveiros, bonecos, antenas para TV…

Vendedores ambulantes são opção de compra

Nem todos os vendedores ambulantes são cadastrados pela prefeitura de Fortaleza, mas existe um esforço da Secretaria Regional do Centro nesse sentido. Nas proximidades da Praça do Ferreira, Roberto Carlos, de 45 anos, que trabalha a cerca de 20 como ambulante, explica que paga uma taxa mensal de dez reais à Prefeitura “a gente paga esse valor todo mês, tem uma carteirinha, e eles dão até direito a dentista…”

Imagens do comércio ambulante

Reportagem Arimatéia Moura Filho e Tavares Neto

One response to “O comércio ambulante é uma das características do centro de Fortaleza”

  1. lidesealgomais says :

    Meninos, seguinte: Centro e Prefeitura, se escrevem com letras maiúscula.
    “Há cerca” e não “a cerca”, como está no texto.

    O texto está criativo, mas senti falta de outra fonte: os compradores. A foto do milho ficou bem legal, apesar de vcs terem cortado parte da banca de milho. A segunda foto, o problema é a legenda, q ficou genérica demais. E o vídeo começa interessante, mas a entrevista está sem sentido, além de ñ ter identificação do entrevistado, q ñ acrescenta nada a mais à matéria.

    Nota: 8,5

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